Você é capitalista ou socialista? Faça o teste.

04

A diferença entre o capitalista e o socialista é, grosso modo, o grau de intervenção do Estado na economia que cada um defende ou aceita. O site University of Common Sense traz uma espécie de taxonomia do espectro capitalista-socialista, com todas as nuances entre estes dois extremos.

O artigo defende que a economia americana (este é o foco) vem se tornando mais e mais socialista ao longo das últimas décadas. A bem dizer, desde o New Deal, de Roosevelt. Hoje, o que o capitalista aceita como razoável, era o que o socialista defendia há 50 anos. Por exemplo, o seguro-desemprego é hoje considerado, pelos conservadores modernos, um bem que deve ser providenciado pelo Estado. Mas isso não era verdade há algumas décadas – os “paleo-conservadores” não incluiam o seguro-desemprego no rol dos bens a serem providos pelo Estado.

Hoje, a fronteira está na saúde universal: os modernos conservadores ainda não incorporaram este bem como sendo de obrigação do Estado, enquanto os liberais (que são os seres mais à esquerda no espectro político norte-americano) consideram que o Estado deve prover saúde para todos.

E você, como se classificaria?

Compartilhe este artigo

Artigos relacionados

Comentários (04)

  1. Acho que sou mais capitalista que socialista, pois acho o governo ineficiente e corrupto. Mas acredito que para a sociedade funcionar melhor, tudo aquilo que não for do interesse do privado deve o Estado encampar, de forma a não deixar os necessitados desamparados.

    Mauricio Nascimento, em 07 de março de 2014. Responder
  2. Acho que é meio capitalista, meio socialista, mas principalmente roubalhista.

    Ana Suzuki, em 27 de maio de 2013. Responder
  3. Dr.,
    Sou 100% capitalista.

    Abraço.

    Jônatas R. Silva, em 18 de abril de 2012. Responder
  4. Bom… então eu sou um Liberal moderno. Mas como vivemos no Brasil, onde a saúde ja é providenciada pelo Governo (não de forma ideal) acabamos sendo influenciados. Seu blog é muito interessante, parabéns

    Ivo Nascimento, em 10 de abril de 2012. Responder

Escreva um comentário